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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

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O senador Roberto Requião recorreu, nesta quinta-feira (9), no plenário, à opinião de um especialista, para avaliar a indicação do ex-ministro da Justiça Alexandre Moraes para o Supremo Tribunal Federal. Citando como exemplo a tese de doutorado de Moraes, Requião mostrou que o candidato ao STF não se enquadra com os seus próprios pensamentos.

Na introdução de seu pronunciamento, Requião fez ainda um breve exame da realidade brasileira hoje e as opções do governo na área da economia.
A seguir, vídeo com a fala do senador.

sábado, 25 de fevereiro de 2017

Rebelar, resistir, desobedecer, é o nosso dever. Já!

TEXTO DO DISCURSO:

A saída do Reino Unido da União Europeia; a eleição de Trump, nos Estados Unidos; a liderança de François Fillon na disputa para a presidência da França;  a recente pesquisa indicando o avanço do Partido Social Democrata da Alemanha, na hipótese de rompimento da aliança que hoje mantém com a chanceler Angela Merkel; a derrota do primeiro ministro da Itália, Mateo Renzi, em um plebiscito que mais rejeitou sua política econômica que as reformas administravas que propunha; a crise espanhola  que não ata e nem desata, impedindo há mais de ano que o país tenha um governo com  clara maioria no Parlamento;  a lenta, dolorosa agonia da Grécia são recorrências que têm uma mesma origem:
a reação à ditadura do capital financeiro global, cuja prevalência sobre os interesses nacionais, sobre o trabalho, a produção , a ventura de vida , o bem-estar e a felicidade dos homens desperta reações Planeta Terra afora.
Evidentemente, como todo acontecimento político e social, não há rigorosa simetria em tais reações, mas o denominador que os impulsiona é o mesmo: a saturação do neoliberalismo, especialmente da financeirização da vida das nações e da humanidade.
“Nenhum país vai se desenvolver se não defender sua indústria e seus trabalhadores”.
Esta frase é uma citação.
Qualquer um das senhoras e dos senhores senadores, inclusive eu, desconhecendo sua autoria, a colocaria à conta de um líder de esquerda, de um nacionalista de algum país subdesenvolvido. Mas a frase é de Donald Trump, presidente norte-americano que se elegeu não por causa de delírios como o muro na fronteira com o México ou a política anti-imigração. E sim porque prometeu fazer com que os interesses do povo norte-americano, especialmente de seus trabalhadores, iriam se impor à globalização.
Certamente não é meu herói, como não são os senhores François Fillon, Martin Schulz ou a senhora Thereza May.
Da mesma forma, não inscreveria entre as minhas inspirações a senhora Christine Lagarde, diretora-gerente do FMI ou o senhor Jim Yong Kim, presidente do Banco Mundial. Mas tanto uma como outro, frequentemente, tem espicaçado as políticas econômico-financeiras de países como o nosso que, tristemente, mediocramente têm insistido em seguir a trilha do fracassado modelo liberal.
Ainda agora, o presidente do Banco Mundial declara: “É a primeira vez que vejo um governo destruir o que está dando certo. Nós do Banco Mundial, o G8 e a ONU recomendamos os programas sociais brasileiros para dezenas de países, tendo em vista os milhões de pobres brasileiros que saíram da extrema pobreza nos governos anteriores a esse.
Agora, a fome vai aumentar consideravelmente em 2017.  Cortar programas sociais que custam tão pouco ao governo, como o Bolsa Família, é uma coisa que não tem explicação”.
Tem explicação sim, senhor Jim Yong Kim. A mesma explicação do porquê o Brasil foi o derradeiro país a libertar os negros da escravidão. A mesma explicação do porquê, comparativamente com Estados Unidos da América, as nossas elites políticas, econômicas e sociais optaram pelo escravismo, pela dependência, pela economia agroexportadora, pelo extrativismo, pelo rentismo, pelo arrocho salarial, pela segregação e exclusão social, pelo golpismo.
Nesses tempos de internet, onde é livre falar, é só falar, alguns ociosos, com parcos neurônios, nenhuma leitura e a típica ousadia dos idiotas, costumam despejar toneladas de preconceitos étnicos, morais e religiosos para explicar o descompasso entre o desenvolvimento brasileiro e o desenvolvimento norte-americano.
Ignoram eles que, na segunda metade do século XIX, o caminho escolhido pelos Estados Unidos para se desenvolver chamou a atenção dos maiores teóricos da economia política da época, à esquerda, à direita, ao centro. Vou citar três dos mais expressivos teóricos que se ocuparam a estudar os Estados Unidos.
Os fundadores do comunismo, Marx e Engels, e Friedrich List, um homem de centro, criador do chamado “Sistema Nacional de Política Econômica”. List vai se tornar o formulador de política econômica mais traduzido até os meados do século XX, e exerce forte influência sobre o pensamento econômico e político até os nossos dias. Citaria entre seus discípulos John Maynard Keynes, Raul Prebisch e o nosso Celso Furtado.
Marx e Engels falam com admiração que os norte-americanos escolheram a via expressa para o desenvolvimento, que optaram por fabricar fabricantes, criando mecanismos para incentivar a produção industrial local, financiando-a e protegendo-a da concorrência internacional.
List, recolhe no exemplo dos Estados Unidos os elementos essenciais para formular seu próprio sistema de política econômica.
O que encantou teóricos comunistas e liberais no modelo norte-americano?
Encantou-os três iniciativas:
1ª) Fixação de tarifas alfandegárias elevadas e seletivas, para proteger a indústria local; além da concessão de subsídios para favorecer o crescimento do setor.
2ª) Investimentos públicos em infraestrutura: ferrovias, rodovias, hidrovias portos, energia e saneamento.
3) Criação de um banco nacional e de um sistema estatal de financiamento da produção.
Foi assim que os Estados Unidos tomaram a via expressa para o desenvolvimento.
Vejam, por quase um século, de 1860 à década de 1940, os Estados Unidos mantiveram a política de tarifas alfandegária elevadas e seletivas, para proteger a sua produção industrial. Ao mesmo tempo em que não abriu mão da política de subsídios.
As bases para essa política de desenvolvimento foram lançadas por Alexander Hamilton, um dos pais fundadores dos Estados Unidos, logo depois da independência do país, no século 18.
Até hoje eu vejo pessoas de esquerda torcerem o nariz por causa de algumas observações nada favoráveis de Marx sobre a parte inferior do continente americano, enquanto manifesta admiração pela política de desenvolvimento industrial da parte superior.
Parece que o velho Marx tem razão, não é? Afinal, desde sempre, as elites brasileiras -e latino-americanas por extensão- optaram claramente pela subordinação do desenvolvimento nacional aos interesses do capitalismo internacional.
Quando os Estados Unidos rompem com a metrópole londrina, voltam-se imediatamente a “fabricar os seus fabricantes”, como observou Marx.
Quando o Brasil livra-se de Portugal, faz aquilo que os Estados Unidos recusaram-se a fazer:  torna-se subordinado ao desenvolvimento industrial britânico. Portugal, proibia-nos fabricar até mesmo sabão, velas e botões. Depois do grito do Ipiranga, o Brasil continuou sem fabricar sabão, vela ou botões.
Os Delmiro Gouveia, os Irineu Evangelista de Souza foram avis rara no pombal da Casa Grande e, como exceções, não fizeram verão.
Da mesma forma que, lá atrás, as nossas elites escravocratas e coloniais renunciaram adotar o “Sistema Americano de Economia Política”, os atuais governantes, com o apoio do sistema financeiro, de políticos e partidos conservadores, globalistas, para não dizer colonizados, da mídia e dos economistas e comentaristas da Globo, da Globonews, da CBN, expressões máximas do influentíssimo analfabetismo pátrio, persistem hoje em fazer do Brasil o último refúgio de um sistema que fracassou no mundo todo e que passa a ser repudiado até mesmo nos centros econômicos mais avançados.
Na contramão da história no alvorecer da nacionalidade, na contramão da história em uma das mais graves crises do Planeta.
Enquanto Donald Trump, Thereza May, François Fillon, Justin Trudeau, Martin Schulz, Pablo Iglesias aumentam o tom contra a globalização financeira e defendem a adoção de políticas protecionistas, para salvaguardar os seus povos da voracidade de Mamon, os gênios pátrios anunciam toda sorte de franquias, de aberturas, de concessões, de submissões para atrair os especuladores internacionais e aqueles hipotéticos investidores que apreciam uma pechincha.
Vamos ao roteiro da transformação do Brasil em um estado bárbaro, dependente, produtor intensivo de produtos agrícolas voltados à exportação, fornecedor de matérias primas e commodities, com a oferta em larga escala de mão-de-obra barata e desprotegida de direitos.
Eis o roteiro em execução:
. Destruição do ainda precário Estado Social brasileiro, que estávamos construindo desde a Revolução de 30 e que deu bons avanços entre 2003 e 2015.
. Fim dos direitos trabalhistas, com a prevalência do negociado sobre o legislado e com a liberação irrestrita da terceirização do trabalho.
. Reforma da Previdência, que tem como senha a falsa alegação de déficit no setor, mas cujos objetivos são o aumento do tempo de serviço dos trabalhadores e a privatização da área.
. Venda, a preços irrisórios, como os próprios compradores festejaram, de reservas de petróleo da camada pré-sal.
. Fim da política do conteúdo local; contratação no exterior de plataformas para a Petrobrás; preterição das grandes empresas nacionais de engenharia, sob a alegação de que se envolveram em corrupção ao mesmo tempo em que se contratam empresas de engenharia estrangeiras, internacionalmente denunciadas por corrupção.
. Aperto do torniquete da dívida em estados e municípios, exigindo como contrapartida a privatização de empresas de energia elétrica, de água e de saneamento, o arrocho salarial e previdenciário, cancelamento de programas sociais.
. Aumento do teto de financiamento do programa Minha Casa, Minha Vida, para privilegiar a classe média alta.
. Liberação do saque do FGTS, para produzir um ilusório, fugaz e publicitário aquecimento da economia, sacrificando e pulverizando a poupança dos trabalhadores.
A lista das tais “reformas”, todas elas para atrair investimentos estrangeiros ou estimular que os empresários brasileiros troquem o rentismo pela produção, estende-se ao infinito.
Fez-se e faz-se terra arrasada de toda e qualquer proteção ao trabalho, aos desamparados, aos mais pobres, aos idosos e ao empresariado nacional. Parafraseando o presidente do Banco Mundial: nunca se destruiu tanto, em tão pouco tempo.
E a cereja nesse bolo neoliberal vem agora, com a permissão da venda de terras aos estrangeiros. O ministro Meirelles disse que quer ver aprovada a novidade em 30 dias, porque, segundo ele, a venda de terras atrairá grandes investimentos internacionais.
Oh, Senhor Deus! Misericórdia, Senhor!
Sua excelência, o senhor ministro da Fazenda, depois de quase um ano de idas e vinda erráticas, improdutivas, espera agora uma enxurrada de dólares, com a venda de terras?
Que será depois? A água?  O aquífero Guarani, como insinuou o agora blindado ministro Moreira Franco? Na sequência o ar?  A casa da sogra? Quê mais?
Aliás, a reação do ministro da Agricultura, Blairo Maggi, à proposta de seu colega Meirelles constitui-se no melhor argumento contra a venda de terras.
Disse Blairo: “Tudo bem, desde que não se vendam terras onde plantamos soja e milho, do contrário, os estrangeiros vão manipular o plantio, conforme a cotação internacional dos produtos”.
Desculpe-me, ministro Blairo, que terras, então, os estrangeiros vão comprar? Para plantar o quê? Hortaliças? E como o governo vai impedir que os estrangeiros comprem terras onde se produzem soja e milho? Quer dizer que nós vamos vender terras para eles e determinar o que eles podem ou não plantar?  Sendo assim, que interesse eles teriam em comprar terras aqui?
Por fim, vou voltar a 132 anos atrás, ao ano de 1885, para constatar que o tempo passa, o tempo voa e as nossas elites governantes, as nossas classes conservadoras, como se dizia antigamente, continuam mediocremente as mesmas.
No dia 28 de setembro de 1885, foi aprovada a Lei da Gargalhada, também conhecida como lei Saraiva-Cotegipe ou Lei dos Sexagenários.
No fervor da luta contra a escravatura dos negros, os conservadores aceitaram aprovar uma lei que libertasse escravas e escravas com mais de 60 anos. Na verdade, só ficavam imediatamente livres as negras e os negros com mais de 65 anos. Os com menos, deveriam indenizar os seus donos, trabalhando mais três anos, sob o chicote dos feitores.
Essa incrível lei ficou conhecida como a Lei da Gargalhada, pois foi assim que a receberam os abolicionistas e os brasileiros com um mínimo de senso de humanidade. E senso do ridículo!
Não por causa da obrigação de o escravo com 60 anos ter que trabalhar mais três, para indenizar o seu dono. Não.
A amarga gargalhada foi porque a vida média dos escravos brasileiros era de 30 anos! Trinta anos! Logo, praticamente não havia vivo quem a lei beneficiasse!
Como são insaciáveis em sua crueldade, as classes dominantes! Pois não é que 132 anos depois, produzem uma contrafação, um pastiche da Lei Saraiva-Cotegipe.
Que é a reforma da Previdência? Como a Lei da Gargalhada não alcançava nenhum beneficiário vivo, a reforma da Previdência vai beneficiar trabalhadores quando eles não existirem mais.
Leio na edição desta quarta-feira do Jornal do Senado que o presidente Eunício recebeu, dia 21, representantes da indústria, que vieram lhe entregar as principais reivindicações do setor. Duas se destacam: um Projeto de Decreto Legislativo que prevê o fim de normas do Ministério do Trabalho sobre segurança em máquinas e equipamentos, e a terceirização total e irrestrita da mão-de-obra.
Como se vê, é inesgotável a capacidade de se reinventar a escravidão de nossos trabalhadores.
Emprego, salário, aposentadoria, desenvolvimento industrial, produção agrícola, inovação e tecnologia, soberania nacional, segurança, saúde e educação públicas de qualidade, moradia digna, direito ao lazer e à felicidade, proteção à infância e aos idosos. É o queremos, é o que basta. Mas nada disso será possível com um governo que vende até as nossas terras e que ressuscita a Lei da Gargalhada.
Como discursou o nosso genial Raduan Nassar: tempos tristes, tempos sombrios os tempos de hoje.
Mas, se a capacidade dos vende-pátria, vende-soberania, vende-terras, vende-petróleo, vende-água, vende-dignidade, vende-vergonha parece inexaurível, mais cresce a responsabilidade dos nacionalistas, dos democratas e dos progressistas em resistir à destruição do Brasil como Nação.
Rebelar, resistir, desobedecer, é o nosso dever. Já!

Privatização de empresas de água e esgotos é um crime, denuncia Requião

Reforma quer tornar a Previdência em um grande negócio, afirma Requião

Venda sua casa a preço baixo, sua mãe será mantida cozinheira



Venho ainda mais uma vez — e não me cansarei de retornar — para defender a Petrobrás como proprietária e operadora única do pré-sal.
Arrolo para o debate seis argumentos que considero irrefutáveis e peço que as senhoras e senhores senadores ouçam com atenção o que tenho a dizer, reflitam, ponderem e decidam a favor do Brasil.
Primeiro:Este é o pior momento para se vender uma grande reserva de petróleo extraído a baixo custo.
Os preços do petróleo estão sendo mantidos artificialmente baixos por uma jogada geopolítica dos Estados Unidos e de alguns países do Golfo para controlar as reservas internacionais do combustível.
Isso é mais velho que o processo que formou as jazidas de petróleo. É o famosíssimo dumping. Baixam artificialmente os preços para tomar as empresas e as riquezas petrolíferas dos países e das empresas mais fracos.
No entanto, em breve, os preços do petróleo retomarão o seu curso normal -em torno de 80 dólares o barril- e o petróleo será novamente uma grande fonte de lucros.
Hoje, com os preços lá no chão, dezenas de petrolíferas que têm que arcar com altos custo de extração do petróleo estão falindo e sendo vendidas por preço de banana em todo mundo.
Daí que as superpotências e magnatas do petróleo estão de olho no pré-Sal, porque a Petrobras consegue manter alta lucratividade com a extração do óleo dessa camada, mesmo com os atuais preços do petróleo. Tão claro assim, tão simples assim.
Apenas as nações fortes e corajosas conseguirão manter suas reservas petrolíferas e conseguirão enfrentar essa maciça campanha de convencimento para que países como o Brasil vendam suas maiores riquezas nesse momento de baixos preços.
Segundo. Sem o Pré-Sal a Petrobras entraria em falência
A Petrobras está financeiramente bem, apesar do alto endividamento, porque está obtendo lucros operacionais graças ao pré-sal. Em contraposição, todas as petroleiras mundiais estão com alto endividamento e com dificuldades financeiras em razão dos baixos preços do petróleoe dos altos custos de extração.
Reafirmando, para que fique bem marcado: a Petrobras está muito melhor que a maioria das petroliferas em razão dos baixos custos de extração e alta produção obtida no pré-sal.
Ao contrário do que dizem certos analistas a serviço dos magnatas do Petróleo, o pré-sal já é hoje a principal fonte de lucro da Petrobras e será a salvação da empresa, sendo a fonte de recursos que saldará suas dívidas.
Senhoras e senhores senadores, o pré-sal é a última grande reserva de petróleo disponível no mundo com baixos custos de extração: 8 dólares o barril!.
O custo de extração do pré-sal é baixo em razão da alta produtividade dos poços, da alta tecnologia desenvolvida pela Petrobras e da ótima localização dos poços que são próximos dos grandes centros consumidores, processadores e logísticos do Brasil.
Além disso, a carga tributária no pré-sal é uma das menores do mundo para grandes jazidas de petróleo.
É por isso que todas as petrolíferas mundiais querem o pré-sal, querem o pré-sal para resolver seus problemas financeiros e voltar a lucrar
Terceiro. A Petrobras é fundamental para a segurança estratégica do Brasil.
A cadeia de petróleo e gás é a espinha dorsal da economia brasileira e do financiamento do Estado Nacional. A Petrobras, sua cadeia produtiva, e a renda gerada indiretamente por elas, são responsáveis por 20% do PIB brasileiro.
Isso resulta em dezenas de bilhões de reais em impostos que são investidos em saúde, educação e serviços sociais. O próprio desenvolvimento tecnológico nacional e grande parte da nossa indústria de máquinas, equipamentos e setores estratégicos dependem da Petrobras e, agora, do pré-sal. A Petrobras é a maior geradora de patentes do país.
Logo, enfraquecê-la agora, quando há um agressivo dumping internacional movido pelas grandes potências é um crime contra a Pátria.
Quarto. O desemprego avança no país. A Petrobras e suas operações no pré-sal são de extrema importância para a retomada do desenvolvimento e para combater o desemprego.
A Petrobrás é a espinha dorsal do desenvolvimento industrial brasileiro. Comanda a maior cadeia produtiva do país, que responde direta e indiretamente por cerca de 15% da geração de emprego e renda no Brasil. São milhões de trabalhadores e famílias desse segmento produtivo.
Mas a cadeia produtiva da empresa está debilidada. Muitos canteiros de obras estão praticamente abandonados e os equipamentos enferrujando-se. Enormes perdas em consequência da paralisação injustificada, desnecessária de muitas obras.
Todos sabemos – e todos criticam o governo- que o Brasil enfrenta uma aguda crise econômica e de emprego, com dois anos sucessivos de contração e poucas perspectivas de retomada no próximo ano. No entanto, com a retomada dos investimentos da Petrobrás aos níveis históricos de meados de 2014, ainda há tempo de reação.
Quinto. A Petrobras e o Brasil devem reservar-se o direito de propriedade, exploração e de conteúdo nacional sobre o pré-sal, porque foram conquistas exclusivamente brasileiras após décadas de pesado esforço tecnológico, político e humano.
Nos anos 50, os melhores geólogos norte-americanos diziam que não havia grandes volumes de petróleo no Brasil e que não era necessário criar uma empresa estatal para explorá-lo. Mas o povo brasileiro, por teimosia, fé e coragem insistiu em procurar petróleo no país na base do “custe o que custar”. “O Petróleo é nosso!”, gritavam as ruas.
E isso custou até mesmo a vida do grande brasileiro que criou a Petrobras.
Se não achamos muito petróleo em terra, fomos buscar no mar. Investimos tudo que estava disponível e tivemos que chegar a lugares nunca antes alcançados.
Ano após ano, com ou sem crise econômica, com ou sem crise política, realizamos o que para outros parecia impossível, batendo recordes sobre recordes na exploração de petróleo em águas profundas.
Fizemos tudo isso com nossos próprios meios e desenvolvemos nossa própria tecnologia. Uma tecnologia desenvolvida por brasileiros, dos brasileiros e para os brasileiros.
Assim, com o pré-sal, o esforço de gerações foi premiado. A exploração brasileira do pré-sal é uma homenagem que fazemos a nossos avós que lutaram para construir a Petrobras e a grande herança que damos a nossos netos.
Logo, não podemos entregar de mão beijada para o primeiro forasteiro capaz de “convencer” jornalistas e lobistas de que o pré-sal é grande demais para ser apenas do povo brasileiro.
Sexto. O projeto Serra, que já era inconveniente e anti-nacional, com os baixos preços do petróleo passou a ser lesivo, um crime contra a pátria.
O projeto do senador José Serra que tem como objetivo a retirar a Petrobrás da condição de operadora única do pré-sal é um equívoco. O senador parte de uma premissa errada, a falsa premissa de que a Petrobrás não tem condições financeiras para dar conta desse programa. Se fosse verdade, seria terrível para nós na medida em que, possuindo a mais competitiva petrolífera do mundo por sua capacidade de produção em águas profundas, com imenso patrimônio, teríamos mesmo assim que dividir com estrangeiros o controle do uso estratégico dessa imensa riqueza. Então para que teria servido criar, desenvolver e dotar de alta tecnologia a Petrobrás?
Uma empresa que já tem entre 50 bilhões de barris a 100 bilhões de barris já comprovados de petróleo no pré-sal não pode ser apontada como financeiramente fraca.
Pergunto: acaso isso seria uma base insuficiente para que a Petrobrás, por algum expediente, financie seus investimentos?
São os meus argumentos para a reflexão dos senhores. Mais clareza que isso não saberia onde buscar.
Senadores, senadores, abrir mão do pré-sal é condenar o Brasil ao inferno eterno do subdesenvolvimento, da corrupção e da degradação social.
http://www.viomundo.com.br/denuncias/requiao-venda-sua-casa-a-preco-baixo-sua-mae-sera-mantida-cozinheira.html

ASSIM VOTAM OS CANALHAS.


O AGRO É LADRÃO. O AGRO NEGOCIO TANTO DIVULGADO NA MÍDIA VASSALA NÃO PAGA PREVIDÊNCIA

"Agro é Tech, Agro é Pop, Agro é tudo" 



Agro é Pop? Por trás da propaganda bancada pela Globo para o agronegócio



O AGRONEGOCIO TANTO DIVULGADO NA MÍDIA VASSALA NÃO PAGA PREVIDÊNCIA

Durante o mês de junho, a TV Globo passou a exibir uma propaganda chamada “Agro é Pop”, produzida pela própria emissora para fortalecer o agronegócio no país. Mas o que existe por trás dessa aliança, que inclui o próprio presidente interino Michel Temer?


A relação dos grandes veículos de comunicação com os setores hegemônicos da economia brasileira não é novidade para ninguém. Há poucos dias atrás a Rede Globo, começou a circular em seus canais a propaganda “Agro é Pop”.
Junto a isso, a emissora é agora um dos principais veículos de divulgação de campanhas publicitárias da JBS-Friboi e produtora de conteúdo para a empresa com uma plataforma digital instalada na Globo.com. Financiadora de 50% das campanhas do PT e do PSDB em 2014 e alvo da Operação Lava Jato, o grupo JBS doou oficialmente R$ 22,6 milhões ao PMDB em 2014 de acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE.).
A JBS já foi fiscalizada diversas vezes com relações de trabalho análogo a escravidão, danos morais coletivos, descumprimento de normas trabalhistas, compra de gado de fazenda inclusa na lista suja do trabalho escravo e da família do maior desmatador da Amazônia (família Castanha).
Mas o que existe por trás dessa aliança entre a Rede Globo e o agronegócio? E qual a relação do presidente interino Michel Temer com isso?

Esse processo de aproximação entre a Rede Globo, considerada um dos veículos “articuladores” do processo de impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff por seus opositores, com o agronegócio, ocorre ao mesmo tempo em que o presidente interino Michel Temer também tenta fortalecer essa relação.
No final de junho, o presidente interino sancionou a lei Nº 12.201/16, que permite a pulverização aérea nas cidades do Brasil para “comnbater o Aedes Aegypti”.
Com essa medida, o governo tenta fortalecer o agronegócio, um dos mercados mais lucrativos da economia brasileira — além de um dos principais financiadores de campanha política, com forte presença no Congresso Nacional, através da Bancada Ruralista.
Com o mesmo objetivo, o governo interino nomeou Blairo Maggi para o Ministério da Agricultura, o famoso “rei da soja”. Durante os anos de crescimento do uso de agrotóxico, as empresas do “rei da soja” dispararam seus lucros. Em 2011, todas suas empresas juntas faturaram cerca de U$3,78 bilhões — cerca de 60,8% a mais na comparação com a receita dos três anos anteriores. Mesmo em crise, o mercado ainda favorece positivamente o agronegócio e as empresas do atual ministro interino.
No dia 4 de julho, em mais uma investida de Temer na área, o presidente interino marcou presença no evento internacional Global Agribusiness Forum 2016, principal encontro do agronegócio mundial, realizado em São Paulo.
Lá, o presidente interino foi fortalecido pelos empresários do agronegócio, após ter sancionado a lei que deve favorecer os lucros dessas empresas. Das mãos da Confederação Nacional da Agricultura, recebeu um manifesto assinado por 45 entidades, afirmando que Temer tem “legitimidade consitucional”, além de contar “com o comprometimento de uma equipe econômica competente”.
Segundo o dossiê Abrasco, cerca de 34.147 notificações de intoxicação pro agrotóxico foram registradas de 2007 a 2014. O período coincide justamente com a porcentagem de aumento do uso de agrotóxicos no Brasil, cerca de 288% entre 2000 e 2012. Só em 2014, a indústria responsável faturou mais de U$12 bilhões no Brasil.
Com a investida em prol do agronegócio pelos meios de comunicação e pelo próprio governo interino, o que parece surgir é uma tentativa de criar uma espécie de “bloco de resistência” contra uma possível reviravolta no processo de impeachment da presidente afastada, Dilma Rousseff.
A Bancada Ruralista conta com uma forte presença no Congresso Nacional — sendo dela o papel articulador da “virada de jogo” contra Dilma no começo deste ano, tornando possível a aprovação do seu processo de impeachment na Câmara dos Deputados.

Antonio Neto critica a proposta financista da PEC 287 - Reforma da Previ...

TERRORISMO CLIMÁTICO

Por Renato Gerbelli


O TÍTULO DESTE BLOG É UMA HOMENAGEM AO PROFESSOR LUIZ CARLOS MOLION, NOSSO MAIOR CLIMATOLOGISTA, CRIADOR DA EXPRESSÃO "TERRORISMO CLIMÁTICO". O OBJETIVO DESTE BLOG É DENUNCIAR A FARSA DO AQUECIMENTO GLOBAL ANTROPOGÊNICO, A MAIOR FRAUDE DA HISTÓRIA DA HUMANIDADE, A SERVIÇO DO GOVERNO MUNDIAL. "PODE-SE ENGANAR A TODOS POR ALGUM TEMPO; PODE-SE ENGANAR ALGUNS POR TODO TEMPO; MAS NÃO SE PODE ENGANAR A TODOS POR TODO O TEMPO" (ABRAHAM LINCOLN).

O professor de climatologia da Universidade de São Paulo (USP), Ricardo Augusto Felicio, é um dos poucos céticos quanto ao aquecimento global no Brasil. Para o docente, o fenômeno não passa de uma mentira, já que não existem provas científicas de que a Terra está aquecendo.

Nesta entrevista exclusiva ao Diário Regional, o professor defende sua tese, além de atacar o RIO+20, o Protocolo de Kyoto e afirmar que o documentário “Uma verdade inconveniente”, do ex-vice-presidente dos Estados Unidos, Al Gore, é um filme de ficção científica.

Por que o senhor afirma que o aquecimento global não existe?

Quando o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, sigla em inglês) quer dizer que a Terra esquentou 0,74ºC em 150 anos é o mesmo que contar uma piada aos climatologistas sérios. As temperaturas já variaram muito mais do que 3ºC ou 5ºC há cerca de 5 mil anos atrás. Em outros períodos, a Geologia nos retrata valores de mais de 8ºC. Ao mesmo tempo, dependendo da escala verificada, as variações podem ser grandes ou pequenas e não ocorrem ao mesmo tempo, nos mesmos lugares. Em certas partes, pode-se observar que as temperaturas subiram, em outras, que baixaram. Falar em média é uma verdadeira abstração, que esconde uma gama rica de fenômenos e variações. Não se pode entender clima assim. Só no último século, as temperaturas subiram e desceram duas vezes. Isso faz parte da variabilidade climática e não há nada de errado.

Existem provas que o aquecimento global existe?


Mostrar coisas derretendo não é prova de aquecimento global, pois, do contrário, mostrar coisas congelando seria prova de resfriamento global. Confunde-se as observações localizadas dos fenômenos e extrapola-se isso para o globo. Não é assim. É importante ressaltar que mostrar os fenômenos, observá-los, relatá-los, são etapas do conhecimento científico. Agora, atribuir causa a eles assim do nada é que se torna estranho demais. Note que não é porque observamos melhor o planeta e seus fenômenos, através do nosso aparato tecnológico, que provamos que mudaram, pois as séries são muito pequenas, e muito menos que é o homem a sua causa. Nesses termos, podem apenas achar, supor, imaginar que aconteceu “aquecimento global” pela observação dos dados. Porém, pior ainda, só poder acreditar, crer, ter fé, que foi causado pela atividade dos humanos no planeta. Não há prova que o homem fez alguma alteração climática global. Qualquer afirmação desse tipo não passa de uma distorção do método científico consagrado.

Se o aquecimento global não existe, quais são as consequências do efeito estufa?

O “efeito estufa” é uma física planetária impossível. Em uma estufa, o ar está sob controle, ficando aquecido e não se misturando com o ar externo. É aprisionado e não consegue criar os vórtices, turbilhões e movimentos. Ao mesmo tempo, se tiver vapor d'água, este fica aprisionado. Na atmosfera real, o ar quente sobe, provoca convecção, fenômenos, a dinâmica de fluidos está liberada. É o mesmo exemplo de se estar dentro do carro com tudo fechado e exposto ao Sol. O calor é infernal, mas ao abrir as janelas, imediatamente libera-se a dinâmica de fluidos e as temperaturas caem. Gás em sistemas abertos não fica aprisionando calor. Ainda por cima, a física da re-emissão de infravermelho pregada como religião é absurda, porque se essas moléculas emitissem a energia absorvida, isto ocorreria de maneira isotrópica, sendo a superfície da Terra um dos menores alvos

O CO², gases como o clorofluorcarbono (CFC) e o desmatamento destroem a camada de Ozônio?

Não. Não existe esta coisa de “camada de ozônio”, que já parece uma entidade religiosa. Ozônio é um gás de formação transitória, proveniente do segundo maior constituinte atmosférico, o gás oxigênio (chamado molecular) que só se forma com energia. Assim, necessita-se da energia do Sol, em seus raios ultravioleta da banda C, para que as nuvens ozônicas se formem na baixa e média estratosfera (terceira camada atmosférica de baixo para cima). As nuvens ozônicas surgem e desaparecem, mas em quantidades espetacularmente grandes. Essas variações foram descritas por Gordon Dobson (cientista britânico) e outros cientistas já de longa data, e nada tinham a ver com a hipótese fraudulenta da presença de cloro derivado de CFCs na estratosfera. Aliás, de fato, nunca se provou essa hipótese, nem mesmo em laboratório. Também omitiram durante o período de assinatura do outro protocolo, o de Montreal, que as fontes de cloro naturais, que lançam cloro na estratosfera são 80 mil vezes maiores que as humanas, mas é claro, venderam bem a ideia de que é a sua geladeira que destrói uma coisa que não existe: a tal “camada de ozônio”.

Na questão do desmatamento, alguns estudos sugeriram que os incêndios florestais seriam uma fonte de cloro para a atmosfera, mas apenas isto. Deve-se ressaltar que a quantidade de incêndios florestais é imensamente superior ao número de queimadas, que são fogos de origem antrópica. Os incêndios florestais fazem parte do ciclo natural das florestas, como processo de renovação da biomassa. Esta cresce nos períodos chuvosos e se desfaz em períodos de estiagens. Assim, de novo, essa outra fonte de cloro seria pelo menos 10 mil vezes maior que os gases refrigerantes.

O desmatamento pode alterar o clima local e global?

O desmatamento altera o clima local, por um período de tempo curto, onde a superfície fica desprotegida. Se abandonada, em menos de 20 dias já aparece uma cobertura vegetal rasteira, reiniciando o processo de retomada pela natureza. Nota-se que esta “alteração climática” não enquadra regime de chuvas e outros fenômenos, porque estes pertencem a outra escala. Assim, as alterações vão refletir na absorção, reflexão e emissão de energia, saldo de evaporação (se nenhum outro fenômeno estiver atuando) e temperatura, embora esta última seja o pior parâmetro para referenciar qualquer coisa. Quanto ao global, nada interfere.

Se o aquecimento global não existe, qual foi a importância do RIO+20, ECO 92 e de outros eventos semelhantes? O que foi realmente discutido no RIO+20? Algo de importante?



São todos eventos de carnaval fora de época, em que se discutem negócios, ou seja, quanto vai se levar nesse mercado fraudulento do carbono. Todos os países querem participar disto. Agora tem o lado obscuro de tudo isso, pois os direitos civis das pessoas começaram a entrar no jogo, bem como a criação de mais impostos e a formação de algo que ainda não conseguimos definir muito bem, entre um “eco-imperialismo” ou um “eco-totalitarismo”. Veja bem, teve brasileiro querendo que o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente tivesse “dentes”, a fim de manipular as nações que se não adequassem ao status quo colocado. Já daria para saber quem tomaria a mordida destes dentes, não? Dessa forma, estamos abrindo precedentes perigosos para a vida da humanidade e ninguém está percebendo isto?

Dizem que o nível do mar está subindo devido o derretimento das calotas polares, é verdade?



Não. O nível do mar apresenta flutuações normais devido à dilatação térmica dos oceanos, movimentos de ciclos lunares entre outros. De fato, os oceanos variam 15 a 25 centímetros por causa desses fenômenos e ainda podem variar até meio metro em fenômenos como La Niña ou El Niño. Em eventos extremos, que não devem ser confundidos aqui, o mar pode subir um ou dois metros, mas isto devido aos ventos, ciclones tropicais e extratropicais. Quando terminam, o mar volta.

Quanto aos pólos, o Ártico é um oceano congelado que pode variar de dois a cinco metros de espessura, que derrete e congela normalmente durante as estações de verão e inverno, em que por um longo período congela mais do que derrete (saldo positivo) e depois inverte (saldo negativo). Em 2012 voltou a sua média normal, que leva em conta os dados dos anos de 1970 até 2000. Assim, gelo dentro da água, quando derrete vira água, não alterando em nada. Quanto à costa da Groenlândia, esta também apresenta alta variação de degelo e congelamento muito conhecida, fazendo parte do ciclo natural. O interior da Groenlândia dificilmente é afetado e não derrete há mais de 10 mil anos. O polo Sul é bem diferente do Norte, pois possui um continente de 14 milhões de quilômetros quadrados, cuja quantidade de gelo passa os 27 milhões de quilômetros cúbicos. Lá não tem como derreter sem que a Terra eleve suas temperaturas acima de 20ºC.

Não há uma marca que o Capitão Cook fez no século XIX como medição do nível do mar? Como que essa marca está?

Levando em conta a fase lunar certa, para não dar distorção entre as marés, o nível do mar está na mesma marca feita em 1841, ou seja, os oceanos, pelo menos em nível médio, continuam do mesmo jeito que estavam há mais de 170 anos.

Qual a sua opinião do famoso documentário “Uma verdade inconveniente”, do ex-vice-presidente dos EUA Al Gore?



É um grande filme... de ficção científica, apenas isto. Deveria ser dito isto para todos de modo que não achassem que o documentário seja verdade. Veja bem, se tem gente que com filmes como o tal 2012 e acham que o mundo vai acabar mesmo em dezembro deste ano, o que imaginariam daquilo (documentário)? Enfim, o filme tem diversos erros científicos ou chamadas inverdades, como a morte dos ursos polares afogados, a subida do mar, o furacão Katrina, entre outros.

Qual a sua opinião sobre o Protocolo de Kyoto?



É o mercado da fumaça. Não serve para nada a não ser manter os países em desenvolvimento presos nos seus grilhões de pobreza. Criaram-se mecanismos burocráticos sem fim para solucionar um problema que não existe. Muita gente ganhou rios de dinheiro com a permanência da pobreza de outros. Porém, não parou por aí, porque esse dinheiro de créditos de carbono voltou aos seus emissores, por meio da compra de produtos por eles vendidos. Enfim, é um esquema fiducitário da pior espécie, em que se vende débitos e grilhões ao mesmo tempo. O protocolo precisa acabar e nunca mais voltar.

Por ser uma minoria nessa questão ambiental, já pensou que pode estar errado?

Exatamente por sofrer todas as sanções e perseguições possíveis e imagináveis, dentro e fora do trabalho, tenho absoluta certeza de estar correto. Ainda mais quando toda essa turma evoca o princípio da precaução, a minha certeza é plena. Quer dizer que sem certeza científica de nada, precisamos pagar uma conta sobre clima e ambiente? E se tivéssemos a certeza, pagaríamos também. Para que a ciência se todas as decisões já foram tomadas?

O senhor é um dos poucos brasileiros que defendem que o aquecimento global não existe, por quê?



Porque é muito mais fácil para vida, em todos os sentidos, dizer que ele existe. Poderia pegar um trecho da minha pesquisa antártica e dizer que o número de ciclones aumentou, portanto, é prova de que o aquecimento global existe e que o homem fez isto. Agora dizer a verdade dá trabalho. Assim, termino com o pensamento do Dr. Ivar Giaever, Prêmio Nobel em Física. Ele diz ser um cético ao “aquecimento”, porque está se tornando uma religião onde não se admite questionamentos. Ainda completa que não interessa o número de cientistas que seguem esta falácia. O que interessa é se os cientistas estão corretos.


Fonte: Diário Regional

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017


Pezão quer proteção do Exército enquanto ataca direitos do povo
Atraso nos salários e 13º de policiais aumentou a indignação contra a quadrilha de Pezão, Picciani, Cabral e Temer. Inclusive na Tropa de Choque da PM
Com os salários dos servidores atrasados e um caos político instaurado, o governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PMDB), quer empurrar as Forças Armadas contra a população que se revolta frente ao pacotaço de ataques aos direitor dos trabalhadores em votação na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj).

O Estado do Rio de Janeiro, é segundo maior em PIB do país, está sendo devastado pela quadrilha do ex-governador, Sérgio Cabral Filho (PMDB), que já está preso em Bangu. Seus comparsas Jorge Picciani e Luiz Fernando Pezão, também do PMDB e também implicados na Lava Jato, estão empenhados em aprovar o pacote acordado com Meirelles e Temer o quanto antes. Como não contam com apoio popular e nem da própria polícia, o governo quer que o Exército fique no fogo cruzado. Pezão já está cassado por receber propina, mas aguarda no cargo até a sentença ser confirmada.
A insatisfação com o pacote de esbulho de Pezão, Temer e Meirelles aumenta a cada dia. O aumento da contribuição para a Previdência de 11% para 22%, com o único objetivo de drenar mais recursos dos servidores, a redução de jornada com redução de salário, além da privatização da estatal Cedae transformou a Alerj numa praça de batalhas de trabalhadores contra a bandalheira de Pezão.
A indignação com a política de ajuste tem crescido nos principais setores da policia militar, inclusive no Batalhão da Tropa de Choque. E, bastou um boato de que o Choque passaria para o lado dos trabalhadores para que o governo solicitasse a presença das Forças Armadas no Rio de Janeiro.
Ao contrário do que diz Pezão, a tensão na polícia têm crescido. Não foi por outra razão que Temer enviou tropas do Exército para atuar na região metropolitana do Rio. O pedido partiu de Pezão e ao todo serão 9 mil militares da Marinha e do Exército, que deverão patrulhar a Alerj e os principais bairros e rodovias do Rio de Janeiro, Niterói e São Gonçalo.
As Forças Armadas não são preparadas para atuar nesse tipo de operações de manutenção da ordem pública, nem mesmo possuem esta função. O treinamento recebido pelos soldados do Exército tem outras finalidades, eles são instruídos para a guerra, não para manter a segurança. Muitas tragédias podem decorrer desta decisão.
Diante o tamanho das mobilizações populares o governo recuou e adiou a votação para as vésperas do Carnaval, na segunda-feira (20). O decrépito Picciani, que preside a Alerj há doze anos, tenta a qualquer custo aprovar o pacote de seus comparsas.
A Alerj tinha previsto no último dia 9, o início da discussão da privatização da Cedae, mas a seção foi interrompida, pois centenas de funcionários públicos estaduais fizeram um protesto em frente à Casa. Houve confronto entre os manifestantes e a Força Nacional de Segurança, e as principais ruas do Centro do Rio precisaram ser fechadas, assim como o comércio e sistema de transportes.
Nos dias seguintes familiares de PMs do Rio fizeram protestos em portas de muitos batalhões, para protestar por melhoria nas condições de trabalho, pelo pagamento do 13º e pelo regime adicional de serviço (RAS).
A lambança e roubalheira dos governos Cabral e Pezão fizeram com que a maioria dos servidores do estado do Rio de Janeiro esteja recebendo seus salários atrasados. Este mês a maioria dos funcionários está sem previsão de quando o dinheiro vai cair na conta, e não há previsão para pagar o décimo terceiro. Com isso o governo se aproveita para tencionar pela aprovação do pacote. A Secretaria de Fazenda, por exemplo, afirmou que só vai pôr os pagamentos em dia quando forem aprovadas as medidas previstas no acordo com o governo federal.
PEZÃO
Na última quarta-feira (15), o Supremo Tribunal de Justiça (STJ) manteve a decisão do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, de bloquear bens do governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão. Em decisão única o ministro do STJ, Sergio Kukina, indeferiu o recurso especial do governador que buscava reverter a decisão liminar do bloqueio.
O governador é acusado na ação, proposta pelo Ministério Público Federal, de improbidade administrativa. O STF não divulgou em quanto são avaliados os bens bloqueados. A ação apura atos de improbidade praticados pelo governador quando ele ocupava o cargo de prefeito de Piraí, entre 1997 e 2001.
Pezão também está envolvido até o pescoço na Operação Calculite, um braço da Lava Jato. Segundo relatório da Polícia Federal, foram constatados “elementos probatórios que vinculam o governador atual do Estado do Rio de Janeiro, Luiz Fernando de Souza  [Pezão]  no possível esquema de recebimento de propina de um dos operadores financeiros do ex-governador Sérgio Cabral, também preso na operação Calicute”.
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DRÁCULA ESCONDE NA TOCA DOS RATOS O GATO ANGORÁ.


Angorá se esconde no Planalto fugindo da Operação Lava Jato
Moreira Franco é denunciado 34 vezes por ex-diretor da Odebrecht em caso de propina

Em seu depoimento, na Operação Lava Jato, Cláudio Melo Filho, ex-diretor de relações institucionais da Odebrecht, relata:
"... o Ministro Moreira Franco, em uma reunião na Secretaria de Aviação Civil, em que participaram, além de mim e de alguns integrantes da equipe do Ministro, Paulo Cesena e Luiz Rocha, solicitou que apoiássemos financeiramente o partido dele nas eleições de 2014. (…) evidentemente, um pedido de Ministro para realizar um pagamento de dinheiro poderia nos trazer prejuízos em caso de não atendimento ou, ainda, vantagens em caso de atendimento. O fato é que pagamentos ocorreram em razão de um pedido feito por um Ministro de Estado em ambiente institucional e por ocasião de uma reunião de trabalho. Nessa reunião foram tratados temas relativos ao contrato do Galeão (…). Posteriormente, Moreira Franco foi substituído por Eliseu Padilha. Algumas vezes fui cobrado por Eliseu Padilha a respeito do pagamento que havia sido solicitado por Moreira Franco" (cf. dep. cit., p. 54).
Moreira Franco aparece 34 vezes no depoimento de Cláudio Melo Filho - nenhuma delas praticando algum ato honesto, edificante ou caridoso.
O diretor da Odebrecht acrescenta detalhes - desde os participantes das reuniões e acertos, até as placas dos carros que ele usou em cada encontro, os motoristas desses carros, as secretárias que agendaram os contatos, e, sobretudo, as referências do programa de computador da Odebrecht que controlava a pororoca de subornos. Como ele mesmo diz, não é difícil comprovar o seu relato.
AFRONTA
Por isso, as declarações de Temer de que "uma simples menção não pode ser modo definitivo de incriminar" um ministro, isto é, Moreira Franco, valem menos – aliás, muito menos - que uma cibalena.
Primeiro, não se trata de "menção", mas do relato de crimes continuados – e com minúcias.
Portanto, Temer é um cínico.
Segundo: não se trata de que um "ministro" foi incriminado, mas de que ele nomeou ministro um sujeito já incriminado, para que fugisse da Lei e da Justiça, através do "foro privilegiado".
Logo, Temer é um debochado que afronta o país.
A diferença entre ser investigado pela primeira instância da Justiça ou pelo STF é a seguinte, como sabem os ministros do Supremo:
Um processo leva, em média, 1.500 dias (um pouco mais de quatro anos) para ser julgado no STF. Em casos penais, essa média sobe para cinco anos e meio (cf. Joaquim Falcão, Ivar A. Hartmann e Vitor P. Chaves, "III Relatório Supremo em Números: o Supremo e o Tempo", Escola de Direito da FGV, Rio, 2014, pp. 14, 15 e 64).
No caso do foro privilegiado, dizem os pesquisadores da Escola de Direito da FGV, 68% dos processos sequer são julgados – prescrevendo antes do julgamento – e apenas 0,74% dos réus foram condenados.
Por isso, é aberrante que o ministro Celso de Melo tenha dito, em sua sentença, permitindo que Temer acoberte Moreira Franco, que o foro privilegiado ("foro ratione muneris") não estabelece "qualquer espécie de tratamento preferencial ou seletivo".
Até agora, o juiz Sérgio Moro sentenciou 25 ladrões da Petrobrás, proferindo, ao todo, 125 condenações.
Enquanto isso, o STF, apesar dos esforços do ministro Teori Zavascki, e de outros colegas, não condenou ninguém, dentre os revelados pela Operação Lava Jato sob sua responsabilidade, apesar desse caso constituir o maior escândalo da história do país.
Essa é a diferença – por isso Moreira foi nomeado ministro: para fugir das investigações e do juiz Moro.
Aliás, qual a necessidade de Moreira Franco ser ministro, exceto essa?
Tudo indica que a nomeação de Moreira foi decidida, dois dias após a morte do ministro Teori Zavascki, no encontro de Temer e Moreira Franco com Gilmar Mendes, no Palácio do Jaburu (v. HP 25-26/01/2017).
Foi – ou era e é – um cavalar "desvio de finalidade", totalmente ilegal e inconstitucional, e nem examinaremos a alegação de que o caso de Moreira é diferente do caso de Lula, nomeado por Dilma também para fugir da Justiça, porque o Angorá já estava no governo. Evidentemente, isso é uma agravante, pois é a prova de que não havia necessidade de nomeá-lo ministro, exceto para fugir da Justiça. Em que não ser ministro limitava sua atuação nas funções que exercia - e continua a exercer?
QUADRILHA
Sobre a sentença do ministro Celso de Melo, então, o juízo da posteridade, paradoxalmente, foi sintetizado há, quase exatos, 118 anos:
"Medo, venalidade, paixão partidária, respeito pessoal, subserviência, espírito conservador, interpretação restritiva, razão de estado, interesse supremo, como quer te chames, prevaricação judiciária, não escaparás ao ferrete de Pilatos! O bom ladrão salvou-se. Mas não há salvação para o juiz covarde" (Rui Barbosa, "O justo e a justiça política", 31/03/1899, Obras Completas, vol. XXVI, tomo IV, p. 191).
Há um aspecto ainda pouco visível da proteção com que Temer cobriu Moreira Franco.
Temer está protegendo não apenas a Moreira, mas, antes de tudo, a si mesmo.
Pois todos os crimes do Angorá, relatados por Cláudio Melo Filho, têm conexão direta com Temer. São - como vimos acima, na tabelinha corrupta de Moreira com Padilha – crimes de uma quadrilha.
Por exemplo:
"O núcleo político organizado do PMDB na Câmara dos Deputados é historicamente liderado por Michel Temer, atual Presidente da República. (…) esse grupo é capitaneado por três nomes: Michel Temer, Eliseu Padilha (atual Ministro-chefe da Casa Civil) e Moreira Franco. (…) [o] papel de ‘arrecadador’ cabe primordialmente a Eliseu Padilha e, em menor escala, a Moreira Franco. Tanto Moreira Franco como Eliseu Padilha, contudo, valem-se enormemente da relação de representação/preposição que possuem de Michel Temer, o que confere peso aos pedidos formulados por eles, pois se sabe que o pleito solicitado em contrapartida será atendido também por Michel Temer" (cf. Depoimento de Cláudio Melo Filho, Anexo Pessoal, p. 11).
Moreira Franco atuou, inclusive, como ligação entre a Odebrecht e Michel Temer (v. página 26 do mesmo depoimento).
Além disso, o diretor da Odebrecht fornece seis exemplos em que Moreira Franco foi acionado por ele, para tratar de interesses do grupo, referente à privatização dos aeroportos (Moreira Franco, no governo Dilma, era ministro da Secretaria de Aviação Civil, responsável pelas privatizações), a começar pelo próprio modelo dessas privatizações, e passando até por quem vai operar o free shopdo Galeão (a Odebrecht, com a Changi Airport, de Singapura, açambarcara o Galeão, num leilão de privatização organizado por Moreira, que Dilma promoveu em 2013).
Naturalmente, Moreira atuou nesses casos por idealismo – tal como a Odebrecht esperava.
CARLOS LOPES
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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Pezão quer proteção do Exército enquanto ataca direitos do povo


Atraso nos salários e 13º de policiais aumentou a indignação contra a quadrilha de Pezão, Picciani, Cabral e Temer. Inclusive na Tropa de Choque da PM
Com os salários dos servidores atrasados e um caos político instaurado, o governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PMDB), quer empurrar as Forças Armadas contra a população que se revolta frente ao pacotaço de ataques aos direitor dos trabalhadores em votação na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj).
O Estado do Rio de Janeiro, é segundo maior em PIB do país, está sendo devastado pela quadrilha do ex-governador, Sérgio Cabral Filho (PMDB), que já está preso em Bangu. Seus comparsas Jorge Picciani e Luiz Fernando Pezão, também do PMDB e também implicados na Lava Jato, estão empenhados em aprovar o pacote acordado com Meirelles e Temer o quanto antes. Como não contam com apoio popular e nem da própria polícia, o governo quer que o Exército fique no fogo cruzado. Pezão já está cassado por receber propina, mas aguarda no cargo até a sentença ser confirmada.
A insatisfação com o pacote de esbulho de Pezão, Temer e Meirelles aumenta a cada dia. O aumento da contribuição para a Previdência de 11% para 22%, com o único objetivo de drenar mais recursos dos servidores, a redução de jornada com redução de salário, além da privatização da estatal Cedae transformou a Alerj numa praça de batalhas de trabalhadores contra a bandalheira de Pezão.
A indignação com a política de ajuste tem crescido nos principais setores da policia militar, inclusive no Batalhão da Tropa de Choque. E, bastou um boato de que o Choque passaria para o lado dos trabalhadores para que o governo solicitasse a presença das Forças Armadas no Rio de Janeiro.
Ao contrário do que diz Pezão, a tensão na polícia têm crescido. Não foi por outra razão que Temer enviou tropas do Exército para atuar na região metropolitana do Rio. O pedido partiu de Pezão e ao todo serão 9 mil militares da Marinha e do Exército, que deverão patrulhar a Alerj e os principais bairros e rodovias do Rio de Janeiro, Niterói e São Gonçalo.
As Forças Armadas não são preparadas para atuar nesse tipo de operações de manutenção da ordem pública, nem mesmo possuem esta função. O treinamento recebido pelos soldados do Exército tem outras finalidades, eles são instruídos para a guerra, não para manter a segurança. Muitas tragédias podem decorrer desta decisão.
Diante o tamanho das mobilizações populares o governo recuou e adiou a votação para as vésperas do Carnaval, na segunda-feira (20). O decrépito Picciani, que preside a Alerj há doze anos, tenta a qualquer custo aprovar o pacote de seus comparsas.
A Alerj tinha previsto no último dia 9, o início da discussão da privatização da Cedae, mas a seção foi interrompida, pois centenas de funcionários públicos estaduais fizeram um protesto em frente à Casa. Houve confronto entre os manifestantes e a Força Nacional de Segurança, e as principais ruas do Centro do Rio precisaram ser fechadas, assim como o comércio e sistema de transportes.
Nos dias seguintes familiares de PMs do Rio fizeram protestos em portas de muitos batalhões, para protestar por melhoria nas condições de trabalho, pelo pagamento do 13º e pelo regime adicional de serviço (RAS).
A lambança e roubalheira dos governos Cabral e Pezão fizeram com que a maioria dos servidores do estado do Rio de Janeiro esteja recebendo seus salários atrasados. Este mês a maioria dos funcionários está sem previsão de quando o dinheiro vai cair na conta, e não há previsão para pagar o décimo terceiro. Com isso o governo se aproveita para tencionar pela aprovação do pacote. A Secretaria de Fazenda, por exemplo, afirmou que só vai pôr os pagamentos em dia quando forem aprovadas as medidas previstas no acordo com o governo federal.
PEZÃO
Na última quarta-feira (15), o Supremo Tribunal de Justiça (STJ) manteve a decisão do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, de bloquear bens do governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão. Em decisão única o ministro do STJ, Sergio Kukina, indeferiu o recurso especial do governador que buscava reverter a decisão liminar do bloqueio.
O governador é acusado na ação, proposta pelo Ministério Público Federal, de improbidade administrativa. O STF não divulgou em quanto são avaliados os bens bloqueados. A ação apura atos de improbidade praticados pelo governador quando ele ocupava o cargo de prefeito de Piraí, entre 1997 e 2001.
Pezão também está envolvido até o pescoço na Operação Calculite, um braço da Lava Jato. Segundo relatório da Polícia Federal, foram constatados “elementos probatórios que vinculam o governador atual do Estado do Rio de Janeiro, Luiz Fernando de Souza  [Pezão]  no possível esquema de recebimento de propina de um dos operadores financeiros do ex-governador Sérgio Cabral, também preso na operação Calicute
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