BRASIL PRA FRENTE

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O RIO DE JANEIRO DE PÉ PELO BRASIL!





















sábado, 31 de outubro de 2009

FAMBARRA -SEMINÁRIO DA FEDERAÇÃO DAS ASSOCIAÇÕES E AMIGOS DA BARRA

Federação das Associações e Amigos da Barra
da Tijuca e Adjacências – FAMBARRA



Rio de Janeiro, 28 de outubro de 2009.


Sr. Gestor,


Com o primordial propósito de propiciar maior objetividade ao andamento do pleito de nossas 32 (trinta e duas) parceiras, a FAMBARRA Federação das Associações e Amigos da Barra da Tijuca e Adjacências, promoveu, nesta data, consoante convite encaminhado ao seu gabinete, o 1º Seminário das Associações da Barra da Tijuca e Adjacências para discussão de quatro temas que afligem a região, restando deliberado pelas lideranças presentes, cujos nomes vão identificados ao final, o adiante aduzido:




TRANSPORTE: o sistema viário esta próximo de ser esgotado; há problemas de acesso, e circulação interna; seja sobre trilhos ou pneumáticos, a solução deverá ser implantada por via subterrânea ou aérea, esta de menor custo e transtorno; basta de planos que se modificam a cada gestão. As propostas encaminhadas pelos técnicos da FAMBARRA merecem imediato cronograma de discussão e implantação, com breve inicio das obras do sistema de transporte para região, contemplando linha circular interligada aos acessos para zona sul, zona norte (via Tijuca), zona rural, via Grota Funda (esta com túnel e previsão para transporte sobre trilho), e baixada pela Avenida Carlos Lacerda (extinguindo o pedágio por tratar de via urbana, ainda que indenizando a concessionária) com interligação com os trens já existentes; exigimos a retirada de todos os aparelhos, letreiros comerciais e postos de combustíveis dos canteiros centrais e laterais das avenidas da região, especialmente a das Américas (se há permissão de uso, esta é revogável a qualquer tempo; se há concessão, que se indenize e responsabilize a má gestão, conforme a lei). A imediata abertura das demais vias previstas no Plano Lúcio Costa, e início das obras dos mergulhões, com o conseqüente fim dos sinais luminosos e adoção da ‘onda verde’.



ORDEM URBANA: a imediata aplicação da Lei no que se refere a exploração de menores em nossas esquinas e cruzamentos, mediante inserção social dos responsáveis e aplicação de penas alternativas; quanto a ocupação fundiária, a urbanização das comunidades existentes, mediante arruamento simétrico que permita a circulação de veículos de serviço, com o remanejamento daqueles que ocupam áreas de risco ou de preservação ambiental, além dos demais excedentes em decorrência da urbanização, entendemos ser necessário legislar para obrigar que tais residências disponham de forro e telhado, com a extinção da laje que permite sua verticalização.



MEIO AMBIENTE: o fim do abandono e omissão do gestor público para com nosso ambiente, especialmente o sistema lacustre, que exige a implantação acelerada de rede primária de coleta, transporte, tratamento e despejo do sistema de esgotamento de toda a baixada de Jacarepaguá, desde daquele bairro, incluindo as denominadas ‘comunidades’; construção de estações de tratamento e barreiras ao longo dos rios, canais e lagoas de toda a região; dragagem das lagoas e limpeza dos rios; e, imediata remoção das invasões das áreas de preservação ambiental mediante parceria público privada que garanta o ambiente.







SEGURANÇA: aqui o problema é comum à toda a cidade, merecendo tratamento integrado que garanta salários dignos que possibilitem aos nossos policiais uma vida normal e não os encaminhem a moradia escondida entre facções criminosas ou aos desvios de conduta em que são tentados por estranhas ofertas a todo o momento. Especifico à região é o imediato concurso (que deveria ser anual) para o complemento do efetivo do 31º BPM; a instalação de cabines blindadas nos acessos ao bairro (Alto, Joá, final do elevado, Av. Airton Sena, Salvador Allende, Est. Bandeirantes, Grota funda, e Prainha/Pontal); a criação de posto de polícia técnica em terreno já existente, próximo ao 31º BPM; implantação do sistema de câmeras e centro de observação com banco de imagens; equipamentos de rádios, viaturas, e armamentos aos novos contingentes; treinamento para constante aperfeiçoamento do policial militar e civil; e planejar a terceira delegacia da região próximo a Av. Airton Senna.



Senhor gestor, verba pública há, interesse da população há, interesse do empresariado local que sempre contribuí, além de adimplir tributos, com benfeitorias para a região. Caso necessário alto investimento, o que ocorre em algumas das necessidades aqui apontadas, há a legislação que autoriza as PPP, e, se, ainda mais necessário, o gestor de plantão sempre poderá propor a renúncia fiscal em troca do benefício público, como lhe é facultado por lei.



O fórum da FAMBARRA se torna permanente, através da comissão criada neste Seminário, para acompanhar a fiel utilização das verbas públicas e dos recursos aportados pelos empreendedores em favor da execução das necessidades urgentes aqui expostas, cujos membros, em número de três, com igual número de suplentes, serão indicados por nossos parceiros e oportunamente encaminhados aos Srs. Pretendemos o mais amplo e total acesso as informações pertinentes à missão voluntária que se propõe a referida comissão, ademais, de interesse dos Srs. Gestores da coisa pública, vez que devem pautar suas ações com total transparência para com seus eleitores.



Sendo o que a FAMBARRA apurou nesse 1º Seminário das Associações da Barra da Tijuca e Adjacências, submetemos-lhe as presentes considerações, na expectativa de assegurar, junto aos representantes do Poder Público, a adoção de uma pauta estratégica de consenso, que resulte, já, em decisões de ordem prática, para o estabelecimento das primeiras diretrizes pontuais e ações exeqüíveis cuja operacionalização possamos iniciar de imediato.



Aproveitando o ensejo para externar nossos mais sinceros votos de estima e consideração, atenciosamente.






ALVARO COSTA
Secretário Geral



segunda-feira, 26 de outubro de 2009

A MÍDIA E A VIOLÊNCIA

A Grande mídia colonizada-lacaia no Brasil tenta induzir a todos, os homens e mulheres de bem deste país, a maioria, que o assassinatos brutais que ocorre há anos no Rio de Janeiro, São Paulo, no Brasil, que é defensora da não violência, dos bons costumes, da civilização, dos direitos humanos, da justiça.



A hipocrisia, a farsa, desmascara-se, quando ela propõe, o fim da maioridade, na lei penal. Para que os pobres, jovens, sejam postos na cadeia mais cedo e apodreçam.


Esconder os fatos, a realidade, mentir, as causas, tem sido o papel desta mídia colonizada-vassala.
Precisamos ir fundo, analisar os fatos, sem distorções e propor, soluções que acabem com a violência. Com certeza, uma dessas soluções é mudar em profundidade, a programação, principalmente da Televisão brasileira.



Temos de rever essas concessões, qual tem sido a responsabilidade desta mídia colonizada, na geração da violência. Da violência às consciências, praticada diariamente, principalmente na juventude.


Qual é a origem dos jovens que cometem crime, em que condições sócio-econômicas, culturais, eles vivem e viveram?
São jovens que não ultrapassam os 30(trinta) anos de idade.



Como o país foi governado neste período?Que política econômica, social e cultural foi aplicada?Como se comportou a grande mídia colonizada, neste período e hoje se comporta?


Nestes 30(trinta) anos, claro que há mais tempo, mas refiro-me ao período de existência destes jovens, milhões de homens e mulheres perderam seus empregos, a cidadania, tornaram-se biscateiros,



Milhares de indústrias, comércio foram à falência, até guarda-chuva, alfinete, caixa de fósforos, importamos, não porque não sabemos fabricar guarda-chuva, fósforo, alfinete, porque a política aplicada neste período, de favorecimento ao capital estrangeiro, especulativo, facilitaram a entrada destes produtos importados, quebrando nossas indústrias.



E a grande mídia colonizada dizia que nossas indústrias eram obsoletas, tecnologicamente atrasadas, que caras de pau, não sabemos nós os tupiniquins, fazer palito de fósforo, alfinete, sabonete, até coco passamos a importar.



O governo que eles defendiam tucano-lacaios barateou o dólar e fez que entrasse produtos de quinta categoria, no país.


A educação, as escolas quase foram a lona, criticaram e muito a politica do ex-governador Leonel Brizola sobre a educação, fizeram uma campanha sórdida,canalha contra seu governo.



Os valores cívicos, morais, nacionais, perderam-se, com ajuda da mídia colonizada.


A juventude brasileira passou a não ter perspectivas, na educação e no trabalho.



O Patrimônio público, as empresas, construídas ao longo de décadas, pelo esforço do povo brasileiro, foram “doadas”, assaltadas, pelas sanguessugas, monopolistas, e os vermes, sócios menores no Brasil, os tucanos lacaio.



A monstruosidade cometida neste período, à nação brasileira, por estes indivíduos os tucanos-dem e outros bandidos , seus comparsas, mereciam fuzilamento em praça pública.



A grande mídia colonizada-vassala neste período, veio com a “ideologia” do “livre mercado”, só os “mais competentes”, sobreviveriam, a lei do cada um por si, o individualismo exaltado como ideologia dominante, ter “competitividade” e outras baboseiras mais. O incentivo ao consumismo do que era importado era melhor, estavam e estão na ordem do dia deles, na TV principalmente.



A grande mídia colonizada-lacaia apoiou a “cultura da barbárie”, se é que é cultura, é ofender a cultura. "Duro de Matar" 1,2,3...”Rambos” e etc. A “cultura” da barbárie veio com a “ideologia de mercado”.


Vincula-se diariamente na TV, a destruição da família, as novelas viraram verdadeira imoralidade, troca de casais, desvalorização da mulher, do negro,.O pai, de família virou um irresponsável, fracassado.


Verdadeiro incentivo à prostituição, mudou até o nome, “garota de programa”. Na música, se podemos chamar de música, o funk criminal, o samba sem raiz, "Mamonas", Xuxa, " Tcham", dezenas de porcarias são ouvidas diariamente, nas rádios, TVs, sem conteúdo musical, apenas para vender, e ganharem rios de dinheiro, verdadeira contracultura, atendendo o “livre mercado”, dos monopólios.


Violência veiculada diariamente. Como podemos chamar de cultura nacional “eguinha pocotó”, "tiririca, Fiorentina". Que liberdade de imprensa é esta?Não existe liberdade de imprensa, porque só sai nos jornais, TVs, rádios, o que os donos destas empresas querem e seus patrocinadores determinam... é a liberdade dos monopólios. estrangeiros. E estes não querem que nada que seja nacional, da cultura nacional, seja veiculado. O que eles dizem que é nacional é estereótipo, lixo, que eles veiculam. À custa de muito dinheiro eles massificam com “musicas”, ”modismo”, a vender estes lixos.



Os interesses “empresariais”, jamais estarão em consonância, com interesses nacionais, no caso da mídia colonizada.



No Brasil, a grande mídia colonizada, esta umbilicalmente, ligado aos interesses da ideologia do colonizador. Não é permitida qualquer manifestação de cultura nacional, principalmente na TV. Eles dirão, mas nós veiculamos os desfiles das escolas de samba, mas estas se impuseram, ao longo de décadas de luta.


Mesmo assim, tentam dar um caráter individualista as escolas, valorizando em excesso os coreógrafos, o cantor do samba, as artistas da TV. Esta arte é coletiva, verdadeira arte nacional coletiva, sem aquele coletivo das escolas de samba, não seria o espetáculo que é, isso eles engolem, tiram até uma casquinha... ganhando um bom dinheiro.


Um dia desses, nas escadarias da Assembléia Legislativa do RJ, um rapaz gritando: “Acordem, Acordem”. com um grupo de pessoas, vestido de preto, com faixas em preto. Depois soube que era do grupo “musical”, “Detonautas”, esse rapaz.


Esses grupos que a mídia colonizada, inventa, pensam que estão fazendo musica. Esse rapaz que gritava cheio de balangandãs, na orelha, no nariz e o pessoal deles também, cheio de penduricalhos no corpo, uma gente esquisita, pareciam uns defuntos vivos. Gritando desesperado, é claro que ninguém de bom censo, vai dar ouvido a essa gente. Estes grupos, fabricado pela mídia colonizada, faz muito barulho, que dizem ser “musica”. Com esta barulhada tocando diariamente, essa violência praticada, é que faz com que uma parcela da nossa juventude, fique alienada, diante dos problemas do país... da coletividade.


Esses grupelhos... pregam o invidualismo... a luta sem causa...a “liberdade” individual...como podes se ser livre... sem todo o coletivo ser livre...bem ao gosto da pequena burguesia reacionária... serve muito bem aos interesses da grande mídia colonizada.


Estamos acordados, rapaz, você que ainda vive no pesadelo... se naquela gritaria não tinha povo... como vocês esperavam... porque sabemos que as soluções para resolver a violência... passa inclusive...pela não existência do que vocês produzem...”musicalmente”. E a solução é ao contrario do que a mídia colonizada tem pregado, que é mais Estado, mais Estado junto ao povo, mais cultura nacional, trabalho,porque o povo precisa de mais Estado.



As conseqüências, sociais, culturais, que hoje vivemos é fruto desta junção; da propaganda da mídia colonizada entreguista, a política econômica, aplicada,no passado, de terra arrasada, do assalto ao patrimônio público, da contracultura. Eles são os responsáveis pelo caos e a violência... o que ocorre diariamente é a ponta do iceberg, na Zona Norte do Rj, nas periferias do Brasil do que realmente foi praticado, pela mida colonizada e os lacaios do passado, hoje representado pelo tuanos-dem.


Os jovens, que morrem,e suas famílias são vitimas deles, desta política, defendida, há muito pela mídia colonizada.



Precisamos de um estado não repressor, mas com saúde pública digna, educação de qualidade, que estimule a geração de emprego.


Nas periferias das grandes cidades, centenas de milhares de jovens são assassinados, jogados aos trafico. São filhos dos biscateiros, dos desempregados, dos arrochados salariais, filhos da miséria.



Vivemos em um país rico, absurdamente, não usufruímos nada, ou quase nada desta riqueza. No Brasil, existir a miserabilidade que existe, é crime.


Pelo potencial humano, material, que tem o Brasil, ter milhares de famílias, vivendo debaixo das pontes, nas condições piores nas favelas, nas ruas em condições subumanas, é crime.


A mídia colonizada tenta jogar a culpa nos jovens, nos pobres, da periferia.


Ninguém de bom censo é a favor, dos crimes, dos assaltos. Estes indivíduos têm que ser punidos de acordo com a lei.


Tambem os bandidos dos tucanos-dem e a midia colonizada-lacaia, punidos de acordo com a constituição.



Como disse o presidente Lula, “se tivéssemos investido, no emprego, na educação, vinte e trinta anos atrás, as cadeias estariam vazias.”.


A hipocrisia da mídia colonizada, ela é co-responsável por este estado de violência.


A solução para eles é baixar o porrete no povo.
A resistência, a luta do nosso povo tem sido grande, resistimos e tiramos os tucanos, resta agora é darmos um basta a esta mídia colonizada. Aí sim começaremos a diminuir esta violência.


Aylton Neves de Mattos Filho.
26/10/2009

domingo, 25 de outubro de 2009

BRASIL E CHINA

Segundo satélite do Programa CBERS (sigla para China-Brazil Earth Resources Satellite; em português, Satélite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres), o CBERS-2 completou quatro anos de operação no último dia 21 de outubro. Embora tenha vida útil projetada de dois anos, o CBERS-2 está gerando imagens desde 2003.

Em parceria com a China, o Programa CBERS colocou o Brasil entre as nações que detém a tecnologia do sensoriamento remoto, estratégica para o monitoramento ambiental, aplicações como mapas de queimadas e desflorestamento da região amazônica e estudos na área de desenvolvimento urbano nas grandes capitais do país.

Já foram colocados em órbita três satélites no âmbito deste Programa. O CBERS-2B foi lançado no último dia 19 de setembro e está em fase de testes. E o primeiro satélite, o CBERS-1, foi lançado da China em outubro de 1999 e operou com sucesso por quase quatro anos, até agosto de 2003.

O Brasil é hoje o maior distribuidor de imagens de satélite do mundo, graças à política adotada em junho de 2004 que permite o download gratuito a partir do site www.dgi.inpe.br/CDSR. Já foram distribuídas aproximadamente 350 mil imagens a usuários do território brasileiro. Cerca de 1.500 instituições, entre órgãos públicos, universidades, centros de pesquisas e ONGs, além da iniciativa privada, utilizam as imagens do satélite sino-brasileiro.

Mais informações no site www.cbers.inpe.br

sábado, 24 de outubro de 2009

OBAMA ENFRENTA OS LOBISTAS DA ENERGIA NO CONGRESSO

BOSTON - Tendo em vista os interesses das empresas que fizeram lobby contra um projeto de lei de energia e clima que tramita no Congresso, O presidente Obama instou os congressistas na sexta-feira para reunir todo o impulso para a utilização de energias renováveis.



O presidente Obama visitou um laboratório de investigação no MIT na sexta-feira antes de um discurso sobre energia limpa eo meio ambiente.



O mais recente sobre Obama, a nova administração e outras notícias de Washington e de todo o país. Junte-se à discussão.



O presidente Obama assinaram um pedaço de equipamento de laboratório no Instituto de Tecnologia de Massachusetts na sexta-feira.
Em um amplo discurso sobre energia e meio ambiente no Massachusetts Institute of Technology, Obama apelou para uma legislação que tornaria "o melhor uso dos recursos que temos em abundância, por meio da tecnologia de carvão limpo, energia nuclear segura, de forma sustentável cresceu biocombustíveis e aproveitarmos a energia do vento, ondas e sol. "



Obama criticou os críticos da legislação proposta, dizendo: "Há aqueles que sugerem que a mudança para a energia limpa vai destruir a nossa economia, quando é o sistema que temos actualmente, que põe em perigo a nossa prosperidade e nos impede de criar milhões de novos empregos."


Ele estava aparentemente referindo-se à Câmara de Comércio e E.U. o Associação Nacional dos Fabricantes, Que se opuseram à proposta que tramita no Congresso para limitar as emissões de gases com efeito de estufa e permitem às empresas comprar e vender licenças para poluir. Essa abordagem, conhecida como cap and trade, Serve para garantir que as emissões vão diminuir, prevendo incentivos de mercado para as empresas investirem em tecnologias mais custo-efetiva.


A legislação ", prevê o maior impulso único de investigação científica na história", disse Obama.


"Quanto mais nos aproximamos, mais difícil a oposição vai lutar e, quanto mais nós vamos ouvir aqueles que têm interesse ou ideologia contrária à ação", disse ele.


Obama fez suas declarações após visitar um MIT laboratório de investigação que tem vindo a desenvolver o que a Casa Branca descreveu como "vanguarda da tecnologia de energia limpa." Ele retirou um projecto que envolve um novo tipo de diodo emissor de luz ou LED, que emite luz branca em menor custo de energia e pode substituir as lâmpadas ou luzes fluorescentes.


"Há também um outro mito que deve dissipar", disse Obama em seu discurso após a turnê. "E é uma muito mais perigoso do que qualquer ataque feito por aqueles que desejam ficar no caminho do progresso - e essa é a idéia de que há pouco ou nada podemos fazer.


"Essa é a noção pessimista de que os nossos políticos são muito discriminadas e nosso povo muito dispostos a fazer escolhas difíceis. Implícito neste argumento é no sentido de que nós perdemos algo importante - que a luta contra o espírito americano, que a disposição para enfrentar desafios difíceis ea determinação de ver os desafios para o seu fim ".


Legislação utilização de energia e abordar o problema relacionado de alterações climáticas de emissões de combustíveis fósseis, enfrenta desafios significativos no Congresso, onde alguns democratas, também, ficar preocupado com a perda de empregos e custos crescentes da energia nas regiões do país mais fortemente dependente do carvão e fabricação. Desde o início, os defensores do projeto têm procurado fazer o caso que vai criar empregos de alta tecnologia e poupar dinheiro em custos de energia no longo prazo.


Meio Ambiente e Obras Públicas do Senado Comitê começará audiências na terça-feira sobre a mudança climática e conta de energia elétrica apresentada no mês passado pelo senador John Kerry de Massachusetts (que engatou uma carona para Boston com Obama a bordo Air Force One) Eo senador Barbara Boxer da Califórnia. Discurso de Obama apareceu programado para dar um lançamento a legislação forte.



Mas o momento em qualquer acção comissão, e muito menos passagem pelo Senado, é altamente incerta e depende não só da comissão de meio ambiente, mas também na ação por várias outras comissões do Senado, nem todos eles tão amigável para limites rígidos de emissões. A Casa Branca disse que não espera que a ação do Senado final sobre clima e energia, antes do próximo ano, e certamente não antes da Cimeira de grandes mudanças climáticas em Copenhague em dezembro.


Viagem de Obama para a Nova Inglaterra incluiu também da campanha de Fundos para o governador Deval Patrick de Massachusetts, e uma paragem mais tarde, em Stamford, Connecticut, a cepa do senador Christopher J. Dodd.

Aliança entre PT e PMDB garantirá estrutura partidária inigualável, diz Mercadante.


O jantar realizado na noite de terça-feira (20) no Palácio do Planalto, com as principais lideranças do PMDB, selou o compromisso formal de aliança com o PT para apoiar a candidatura da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, à sucessão do presidente Lula. "Com a aliança entre o PT e o PMDB teremos uma estrutura partidária inigualável.



Os dois partidos foram os mais votados nas últimas eleições e sustentam há décadas a defesa da justiça social. Por isso foi um dia histórico para o futuro do País", comemorou o líder do PT e do Bloco de Apoio ao Governo, Aloizio Mercadante (SP), em discurso feito no início da noite desta quarta-feira (21).



Mercadante, que participou do jantar, lembrou que a participação do PMDB no governo Lula foi fundamental nas disputas políticas que a base do governo enfrentou, ganhando e perdendo, mas sempre tendo por objetivo maior o progresso do Brasil. "Os resultados dessa política orientada para a justiça social com distribuição de renda estão aí. Não é à toa que o governo Lula tem aprovação de 80% da população brasileira", salientou.



O líder destacou, ainda, a conquista do apoio do PDT, PR, PRB e PCdoB em torno da candidatura da ministra Dilma. "Tenho a convicção de que ainda vamos consolidar as alianças com o PP e com o PSB, de Ciro Gomes", afirmou.


Em aparte, o senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE) disse que é um aliado incondicional do governo Lula e que esteve em todos os momentos em que Lula disputou eleições a partir de 1989.


O senador Valdir Raupp (PMDB-RO) sintetizou, de maneira clara, o que representou o jantar da noite anterior em que seu partido sacramentou apoio à Dilma para as eleições de 2010: o governo deu certo. "O Brasil foi o último a entrar na crise e o primeiro a sair. E até um ex-ministro do governo anterior (Luís Carlos Mendonça de Barros) revisou sua previsão de crescimento do PIB no ano que vem, de 5% para 6%. Portanto, estamos juntos", sustentou.


Mercadante citou vários dados econômicos e sociais e iniciativas do governo Lula que garantiram mudanças na vida das pessoas, seja a criação de empregos, seja a inclusão social, o programa Bolsa Família, a criação de escolas técnicas e a abertura de mais de 500 mil vagas no Prouni e, até mesmo, a sugestão para se criar o G-20, o grupo que reuniu os vinte maiores países para enfrentar a crise financeira mundial.


http://mercadante.com.br/noticias/ultimas/alianca-entre-pt-e-pmdb-garantira-estrutura-partidaria-inigualavel-diz-mercadante

DESEMPREGO NO JAPÃO

Programa de emergência para fornecer um cem mil empregos até o final do atual ano fiscal até março para atenuar os problemas sociais de desemprego, enquanto a segunda recuperou a economia, a maior do mundo a crescer depois Estagnação É o pior em décadas.


Em Agosto a taxa de desemprego caiu para 5,5%, de 5,7% em julho, que é inferior a qualquer uma das taxas de desemprego dos países ocidentais Presidente. No entanto, o governo japonês registou sexta-feira que a situação no que diz respeito ao desemprego ainda é difícil, e manifestou preocupação de que o errado.


Embora a taxa de desemprego reduziu o número de desempregados subiu em agosto do mesmo período no ano passado por 890 mil para um total de 3,61 milhões, para o décimo mês consecutivo. Teve alta 1,24 milhões de pessoas até agora este ano, cerca de 610 mil do ano passado.


O governo do recém-eleito primeiro-ministro Yukio Hatoyama, após o anúncio da primeira iniciativa na luta contra o desemprego desde que assumiu o cargo no mês passado, ele irá se mover rapidamente para ajudar aqueles em necessidade maior de postos de trabalho, e estimular os sectores de actividade tendo alta demanda, tais como cuidados de saúde e florestas.


Refletiu mais o problema do desemprego nas zonas rurais, como é o caso da província de Yamagata nordeste. E aqueles em áreas rurais permaneceram à margem O crescimento económico Que terminou no ano passado, as repercussões Crise financeira Japão introduziu uma recessão global em uma espiral descendente.


O governador de Yamagata Mieko Yoshimura que o governo deve oferecer oportunidades. O Partido Democrático (centro-esquerda), liderado por Yukio Hatoyama, que ganhou uma vitória esmagadora última eleição legislativa, que termina o controle absoluto do direitista Partido Liberal durou 45 anos, fez com que o problema do desemprego de um dos temas principais da campanha.


Comentando sobre o programa anunciado pelo Governo do Hatoyama, um analista econômico, Atsushi Seki Cem mil postos de trabalho no Governo pretende encontrar no final do ano fiscal corrente deve ser no setor público. No entanto, ele sentiu que um programa para encontrar eFuncionalidade sem que haja uma política para estimular o crescimento econômico, não é viável.
Fonte: Financial Times

Indignação com as laranjeiras 19 de outubro de 2009


Da Folha de S. Paulo
Pulbicado em 19/09



Há uma semana, duas queridas amigas disseram-me da sua indignação contra os invasores de uma fazenda e a destruição de pés de laranja. Uma delas perguntou-me antes de qualquer outra palavra: "E as laranjeiras?" -como se na pergunta tudo estivesse dito.


Essa reação foi provavelmente repetida por muitos brasileiros que viram na TV aquelas cenas. Não vou defender o MST pela ação, embora esteja claro para mim que o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra é uma das únicas organizações a, de fato, defender os pobres no Brasil. Mas não vou também condená-lo ao fogo do inferno. Não aceito a transformação das laranjeiras em novos cordeiros imolados pela "fúria de militantes irracionais".



Quando ouvi o relato indignado, perguntei à amiga por que o MST havia feito aquilo. Sua resposta foi o que ouvira na TV de uma das mulheres que participara da invasão: "Para plantar feijão". Não tinha outra resposta porque o noticiário televisivo omitiu as razões: primeiro, que a fazenda é fruto de grilagem contestada pelo Incra; segundo, que, conforme a frase igualmente indignada de um dos dirigentes do MST publicada nesta Folha em 11 deste mês, "transformaram suco de laranja em seres humanos, como se nós tivéssemos destruído uma geração; o que o MST quis demonstrar foi que somos contra a monocultura".



Talvez os dois argumentos não sejam suficientes para justificar a ação, mas não devemos esquecer que a lógica dos movimentos populares implica sempre algum desrespeito à lei. Não deixa de ser surpreendente indignação tão grande contra ofensa tão pequena se a comparamos, por exemplo, com o pagamento, pelo Estado brasileiro, de bilhões de reais em juros calculados segundo taxas injustificáveis ou com a formação de cartéis para ganhar concorrências públicas ou com remunerações a funcionários públicos que nada têm a ver com o valor de seu trabalho.



Por que não nos indignarmos com o fenômeno mais amplo da captura ou privatização do patrimônio público que ocorre todos os dias no país? Uma resposta a essa pergunta seria a de que os espíritos conservadores estão preocupados em resguardar seu valor maior -o princípio da ordem-, que estaria sendo ameaçado pelo desrespeito à propriedade.



Enquanto o leitor pensa nessa questão, que talvez favoreça o MST, tenho outra pergunta igualmente incômoda, mas, desta vez, incômoda para o outro lado: por que os economistas que criticam a suposta superioridade da grande exploração agrícola e defendem a agricultura familiar com os argumentos de que ela diminui a desigualdade social, aumenta o emprego e é compatível com a eficiência na produção de um número importante de alimentos não realizam estudos que demonstrem esse fato?



A resposta a essa pergunta pode estar no Censo Agropecuário de 2006: embora ocupe apenas um quarto da área cultivada, a agricultura familiar responde por 38% do valor da produção e emprega quase três quartos da mão de obra no campo.


O ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel, nesta Folha listou esses fatos e afirmou que uma "longa jornada de lutas sociais" levou o Estado brasileiro a reconhecer a importância econômica e social da agricultura familiar. Pode ser, mas ainda não entendo por que bons economistas agrícolas não demonstram esse fato com mais clareza. Essa demonstração não seria tão difícil -e talvez ajudasse minhas queridas amigas a não se indignarem tanto com as laranjeiras.


LUIZ CARLOS BRESSER-PEREIRA , 75, professor emérito da Fundação Getulio Vargas, ex-ministro da Fazenda (governo Sarney), da Administração e Reforma do Estado (primeiro governo FHC) e da Ciência e Tecnologia (segundo governo FHC), é autor de "Macroeconomia da Estagnação: Crítica da Ortodoxia Convencional no Brasil pós-1994".


http://www.mst.org.br

AMERICANOS PEDEM A SANÇÃO A PETROBRAS.

23/10/2009 - O Estado de S. Paulo - Patrícia Campos Mello




Um grupo de 50 legisladores americanos enviou uma carta ao presidente Barack Obama na terça-feira pedindo sanções contra 16 multinacionais que fazem negócios com o Irã, entre elas a Petrobrás. Os congressistas recomendaram o bloqueio de empréstimos de bancos americanos que ultrapassem US$ 10 milhões em um ano, a proibição de o governo dos EUA comprar serviços ou produtos das empresas, restrição a importações da companhia e a recusa de exportação de tecnologia militar (como a dos jatos F-18 da Boeing que Washington quer vender para a Força Aérea Brasileira).



De acordo com a carta, as empresas violaram a Lei de Sanções contra o Irã e devem ser punidas. A lei americana exige que o presidente puna empresas que investem mais de US$ 20 milhões no setor energético iraniano.


Procurada pelo Estado, a Petrobrás não quis se pronunciar. A inclusão da empresa brasileira na lista é mais um sintoma da tensão crescente por causa das relações entre Brasil e Irã.


Na quarta-feira, o deputado americano Eliot Engel, líder do Subcomitê do Hemisfério Ocidental da Câmara, afirmou que a visita do presidente iraniano ao Brasil "é uma desgraça" e prejudica "a estatura" do país no mundo. "Espero que o governo dos EUA deixe claro a Lula que a visita de Ahmadinejad, um ditador que nega o Holocausto, é um erro", disse Engel ao Estado. Ele é um dos 50 deputados que assinaram a carta.



Preocupado com a visita de Ahmadinejad ao Brasil, em novembro, e com "a crescente influência do Irã" na América do Sul, Engel convocou uma audiência no Congresso para o dia 27. A sessão "Irã no Ocidente" foi convocada em conjunto com o Subcomitê do Oriente Médio e o de Terrorismo, Não-Proliferação e Comércio.


Em seus mandatos, os ex-presidentes Bill Clinton e George W. Bush não exerceram seu direito de impor sanções contra empresas seguindo a Lei de Sanções contra o Irã, de 1996.


"Já que o Irã continua enganando os EUA e seus aliados, tentando manter negociações intermináveis enquanto continua a enriquecer urânio ilegalmente, chegou a hora de o governo Obama fazer cumprir a Lei de Sanções contra o Irã", disse o deputado Mark Kirk, copresidente do Grupo de Trabalho do Irã.


"Não podemos permitir que companhias estrangeiras desrespeitem de forma flagrante a lei americana sem serem punidas", disse Ron Klein, outro copresidente do grupo.


Além da Petrobrás, o documento recomenda sanções à Totalfina Elf (França), ENI (Itália), Bow Valley (Canadá), Royal Dutch Shell (Holanda), Norsk Hydro (Noruega), Lukoil (Russia), GVA Consultants (Suécia), Sheer Energy (Canadá), LG (Coreia do Sul), Statoil (Noruega), Inpex (Japão), China National Offshore Oil Company, Sinopec (China), Daelim (Coreia do Sul) e SKS Ventures (Malásia).

O SUPREMO FALASTRÃO E A SEGURANÇA PUBLICA

Nassif:

Impressionante o senhor GM, pois sendo ele o presidente do STF, chama atenção a sua desmedida atração pelos holofotes; demonstra capacidade para opinar sobre qualquer assunto – é capaz de dar palpite sobre o resultado do jogo do bicho, a meteorologia ou mesmo interpelar Dunga sobre a escalação da seleção, enfim, não tem qualquer limite; não me recordo de semelhante a partir de um membro do STF, não necessariamente o seu presidente. [...]

Hoje, seu palpite (poderia ser o meu) foi sobre o grau de responsabilidade das instâncias federal e estadual pela chegada de armamentos estrangeiros às grandes capitais, notadamente Rio e São Paulo, aproveitando então para “arremessar a bola” para o governo federal.

Como GM é personagem de indiscutível importância, em função da cadeira que ocupa na mais alta corte do país, pressupõe-se que seja pessoa bastante esclarecida e amante da sequencia correta dos fatos, logo, ao invés de apenas reclamar sobre as efetivas responsabilidades do governo federal quanto ao controle das fronteiras do país, tem por obrigação não esquecer que, para a existência do tráfico de armas e drogas é imprescindível muito dinheiro, em quantidade suficiente para não ser possível movimentação física do mesmo (são milhões e milhões de dólares que vão prá cá e prá lá), ou seja, o primeiríssimo passo para o combate à entrada de armas e drogas no país é a busca pela identificação do caminho do numerário, pois sem dinheiro não existe negócio, não existe tráfico de nada – não me recordo, nunca ouvi falar de malas de dinheiro subindo e descendo das favelas cariocas ou paulistas, nunca ouvi falar de apreensão de significativa quantidade de dinheiro nas centenas de batidas policiais aos pontos de tráfico.

Por isto, entendo que as preocupações do presidente do STF, na próxima entrevista televisiva sobre o assunto deveriam começar pelo começo, isto é, pelo rastro deixado pelo dinheiro (investigações de serviço de inteligência poderiam levar a inúmeras quebras de sigilo bancário), algo que, estranhamente, nunca foi levado em consideração por aqueles que demonstram preocupação com a questão.

Senhor GM, SIGA O DINHEIRO.

Reblogado do Luis Nassif

A REDE GLOBO ESQUECEU FHC

A Rede Globo "esqueceu-se" do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, para como de praxe protegê-lo.


 Foi escandaloso, na edição do jornal nacional de 21/10 a emissora tendenciosa e partidária, citou todos os presidentes da America latina que tinham mudado a constituição para se reeleger, todavia, não mencionou FHC , simplesmente por não querer misturá-lo a: o venezuelano Hugo Chávez, o equatoriano, Rafael Correa, o boliviano, Evo Morales e o colombiano, Álvaro Uribe que já espera o terceiro mandato seguido.


Em Honduras, Manuel Zelaya foi deposto exatamente por tentar modificar a constituição como fez o tartufo Fernando Henrique. Foi um absurdo espia a reportagem a baixo.

Por Wilson Magno

Lula: “tem muito para inaugurar ainda e eles já estão nervosos”




“Agora desgraçou tudo, os homens estão ficando nervosos porque estamos inaugurando obra. É a primeira vez na vida que vejo alguém ficar nervoso, porque a gente está inaugurando obra. Eu, quando era oposição, ficava nervoso, porque não tinha obra, não tinha escola, estrada, ponte, não tinha nada. O Estado não existia.

Agora que estamos começando a visitar para inaugurar estão ficando nervosos”, afirmou Lula, em resposta à gritaria da oposição, que acionou a Justiça Eleitoral após as vistorias feitas pelo presidente e ministros às obras de transposição do rio São Francisco, alegando que isso é propaganda eleitoral antecipada.


Em discurso em Belo Horizonte, na quarta-feira, para inaugurar o projeto BH Digital, o presidente defendeu as viagens para inspecionar obras feitas com seus ministros e disse que elas acontecem porque há obra para ser mostrada e lançada o que não acontecia nos governos anteriores. Lula avisou que haverá mais obras e mais lançamentos em sua gestão. “Eu só peço calma, calma porque nós ainda nem começamos a inaugurar o que nós temos que inaugurar nesse país. Tem muita coisa para acontecer e tem muita coisa que nós vamos fazer ainda daqui para frente”, destacou.



“Os ministros viajam pelo Brasil afora. Nunca viajaram tanto como viajam hoje. E viajam porque tem trabalho, tem obra, tem realização. Antigamente, não tinha e não precisava viajar. Ficava todo mundo lá em Brasília olhando o tempo passar”, destacou. Para Lula, seu sucessor vai ter que fazer um “esforço incomensurável” para mostrar mais obras do que seu governo porque senão “será logo percebido pelo povo que a coisa não anda bem no país”.



Conforme informações da Presidência da República, o projeto BH Digital possibilita à população de baixa renda acesso à internet banda larga sem fio, além da conexão de telecentros, escolas municipais, centros de saúde, bibliotecas, centros de cultura e de atendimento ao cidadão. O projeto foi desenvolvido em parceria do Ministério das Comunicações com a prefeitura de Belo Horizonte.



O presidente Lula também lançou na quarta-feira, em Ouro Preto, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) das Cidades Históricas, que prevê investir R$ 890 milhões até 2012 para revitalizar as cidades históricas.