BRASIL PRA FRENTE

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O RIO DE JANEIRO DE PÉ PELO BRASIL!





















terça-feira, 9 de dezembro de 2008

A MÍDIA E A VIOLÊNCIA

A Grande mídia colonizada no Brasil tenta induzir a todos, os homens e mulheres de bem deste país, a maioria, que o assassinato brutal de um menino de 06(seis) anos no Rio de Janeiro, Zona Norte, que é defensora da não violência, dos bons costumes, da civilização, dos direitos humanos da justiça.
A hipocrisia, a farsa, desmascara-se, quando ela propõe, o fim da maioridade, na lei penal. Para que os pobres, jovens, sejam postos na cadeia mais cedo e apodreçam.
Esconder os fatos, a realidade, mentir, tem sido o papel desta mídia colonizada.
Precisamos ir fundo, analisar os fatos, sem distorções e propor, soluções que acabem com a violência. Com certeza, uma dessas soluções é mudar em profundidade, a programação, principalmente da Televisão brasileira.
Temos de rever essas concessões, qual tem sido a responsabilidade, desta mídia colonizada, na geração da violência. Da violência às consciências, praticada diariamente, principalmente na juventude.
Qual é a origem dos jovens que cometeram o crime, em que condições sócio-econômicas, culturais, eles vivem e viveram?
São jovens que não ultrapassam os 23(vinte e três) anos de idade.
Como o país foi governado neste período?Que política econômica, social e cultural foi aplicada?Como se comportou a grande mídia colonizada, neste período e hoje se comporta?
Nestes 23(vinte e três) anos, claro que há mais tempo, mas refiro-me ao período de existência destes jovens, milhões de homens e mulheres perderam seus empregos, a cidadania, tornaram-se biscateiros,
Milhares de indústrias, comércio foram à falência, até guarda-chuva, alfinete, caixa de fósforos, importamos, não porque não sabemos fabricar guarda-chuva, fósforo, alfinete, porque a política aplicada neste período, de favorecimento ao capital estrangeiro, especulativo, facilitaram a entrada destes produtos importados, quebrando nossas indústrias.
E a grande mídia colonizada dizia que nossas indústrias eram obsoletas, tecnologicamente atrasadas, que caras de pau, não sabemos nós os tupiniquins, fazer palito de fósforo, alfinete, sabonete, até coco passamos a importar.
O governo que eles defendiam tucanos barateou o dólar e fez que entrasse produtos de quinta categoria, no país.
A educação, as escolas quase foram a lona.
Os valores cívicos, morais, nacionais, perderam-se, com ajuda da mídia colonizada.
A juventude brasileira passou a não ter perspectivas, na educação e no trabalho.
O Patrimônio público, as empresas, construídas ao longo de décadas, pelo esforço do povo brasileiro, foram “doadas”, assaltadas, pelas sanguessugas, monopolistas, e os vermes, sócios menores no Brasil, os tucanos lacaio.
A monstruosidade cometida neste período, à nação brasileira, por estes indivíduos os tucanos e seus comparsas, mereciam fuzilamento em praça pública.
A grande mídia colonizada, neste período, veio com a “ideologia” do “livre mercado”, só os “mais competentes”, sobreviveriam, a lei do cada um por si, o individualismo exaltado como ideologia dominante, ter “competitividade” e outras baboseiras mais. O incentivo ao consumismo do que era importado era melhor estavam e estão na ordem do dia deles, na TV principalmente.
A grande mídia colonizada apoiou a “cultura da barbárie”, se é que é cultura, é ofender a cultura. Duro de Matar, 1,2,3...”Rambos” e etc. A “cultura” da barbárie veio com a “ideologia de mercado”.
Vincula-se diariamente na TV, a destruição da família, as novelas viraram verdadeira imoralidade, troca de casais, desvalorização da mulher, do negro, o pai, de família virou um irresponsável, fracassado.
O verdadeiro incentivo à prostituição, mudou até o nome, “garota de programa”. Na música, se podemos chamar de música, o funk criminal, o samba sem raiz, Mamonas, Xuxa, o Tcham, dezenas de porcarias são ouvidas diariamente, nas rádios, TVs, sem conteúdo musical, apenas para vender, e ganharem rios de dinheiro, verdadeira contracultura, atendendo o “livre mercado”, dos monopólios. Violência veiculada diariamente. Como podemos chamar de cultura nacional “eguinha pocotó”, tiririca, Fiorentina. Que liberdade de imprensa é esta?Não existe liberdade de imprensa, porque só sai nos jornais, TVs, rádios, o que os donos destas empresas querem e seus patrocinadores determinam... é a liberdade dos monopólios. estrangeiros. E estes não querem que nada que seja nacional, da cultura nacional, seja veiculado. O que eles dizem que é nacional é estereótipo, lixo, que eles veiculam. À custa de muito dinheiro eles massificam com “musicas”, ”modismo”, a vender estes lixos.
Os interesses “empresariais”, jamais estarão em consonância, com interesses nacionais, no caso da mídia colonizada.
No Brasil, a grande mídia colonizada, esta umbilical mente, ligado aos interesses da ideologia do colonizador. Não é permitida qualquer manifestação de cultura nacional, principalmente na TV. Eles dirão, mas nós veiculamos os desfiles das escolas de samba, mas estas se impôseram, ao longo de décadas de luta.
Mesmo assim, tentam dar um caráter individualista as escolas, valorizando em excesso os coreógrafos, o cantor do samba, as artistas da TV. Esta arte é coletiva, verdadeira arte nacional coletiva, sem aquele coletivo das escolas de samba, não seria o espetáculo que é, isso eles engolem, tiram até uma casquinha... ganhando um bom dinheiro.
Um dia desses, nas escadarias da Assembléia Legislativa do RJ, um rapaz gritando: “Acordem, Acordem”. com um grupo de pessoas, vestido de preto, com faixas em preto. Depois soube que era do grupo “musical”, “Detonautas”, esse rapaz.
Esses grupos que a mídia colonizada, inventa, pensam que estão fazendo musica. Esse rapaz que gritava cheio de balangandãs, na orelha, no nariz e o pessoal deles também, cheio de penduricalhos no corpo, uma gente esquisita, pareciam uns defuntos vivos. Gritando desesperado, é claro que ninguém de bom censo, vai dar ouvido a essa gente. Estes grupos, fabricado pela mídia colonizada, faz muito barulho, que dizem ser “musica”. Com esta barulhada tocando diariamente, essa violência praticada, é que faz com que uma parcela da nossa juventude, fique alienada, diante dos problemas do país... da coletividade.
Esses grupelhos... pregam o invidualismo... a luta sem causa...a “liberdade” individual...como podes se ser livre... sem todo o coletivo ser livre...bem ao gosto da pequena burguesia reacionária... serve muito bem aos interesses da grande mídia colonizada.
Estamos acordados, rapaz, você que ainda vive no pesadelo... se naquela gritaria não tinha povo... como vocês esperavam... porque sabemos que as soluções para resolver a violência... passa inclusive...pela não existência do que vocês produzem...”musical mente”. E a solução é ao contrario do que a mídia colonizada tem pregado, que é mais Estado, mais Estado junto ao povo, mais cultura nacional, trabalho,porque o povo precisa de mais Estado... vocês e seus amos não...
As conseqüências, sociais, culturais, que hoje vivemos é fruto desta junção; da propaganda da mídia colonizada entreguista, com a política econômica, aplicada, da política de terra arrasada, do assalto ao patrimônio público, da contracultura. Eles são os responsáveis pelo caos e a violência... o que ocorreu é a ponta, do que realmente foi praticado.
Os jovens, o menino que morreu, as famílias de ambos são vitimas deles, desta política, defendida, há muito pela mídia colonizada.
Precisamos de um estado não repressor, mas com saúde pública digna, educação de qualidade, que estimule a geração de emprego.
Nas periferias das grandes cidades, centenas de milhares de jovens são assassinados, jogados aos trafico. São filhos dos biscateiros, dos desempregados, dos arrochados salariais, filhos da miséria.
Vivemos em um país rico, absurdamente, não usufruímos nada, ou quase nada desta riqueza. No Brasil, existir a miserabilidade que existe é crime.
Pelo potencial humano, material, que tem o Brasil, ter milhares de famílias, vivendo debaixo das pontes, nas condições piores nas favelas, nas ruas em condições subumanas, é crime.
A mídia colonizada tenta jogar a culpa nos jovens, nos pobres, da periferia.
Ninguém de bom censo 'a favor, do que foi feito praticado pelos jovens que mataram o menino. Estes indivíduos têm que ser punidos de acordo com a lei.
Tanto a família do menino assassinado, quanto aos jovens que cometeram o crime são vitimas de toda a política econômica, social, cultural, aplicada no Brasil nos últimos anos.
Como disse o presidente Lula, “se tivéssemos investido, no emprego, na educação, vinte e trinta anos atrás, as cadeias estariam vazias.”.
A Hipocrisia da mídia colonizada, ela é co-responsável por este estado de violência.
A solução para eles é baixar o porre te no povo.
A resistência, a luta do nosso povo tem sido grande, resistimos e tiramos os tucanos, resta agora é darmos um basta a esta mídia colonizada. Aí sim começaremos a diminuir esta violência.

Aylton Neves de Mattos Filho.
30/032007